Nascimento de uma corredora

Comecei a correr há pouco mais de 5 anos, coleciono algumas medalhas, troféus de pódios e uma maratona. Quando lembro como foi o início de tudo, quase nem acredito que corri 42 km, 195 metros.

Quando comecei, o 1º dia, chamo de dia inaugural, corri 1 minuto depois de caminhar por 10 e tive certeza que o mundo iria acabar para mim: vivi o conflito. Como não morri – ainda bem –, resolvi correr 2 e caminhar 9 minutos e fui aumentando gradativamente até correr por 20 minutos. Foi aí que entrei no estágio da dor, tanto física quando emocional, de sair da zona de conforto.

Se persistirmos um pouco, a dor estabiliza e a cabeça acompanha: é a fase da escolha, em que realmente abri mão de algumas coisas para ganhar a corrida. E o bloqueio? Ah, esse sempre retorna fazendo com que eu desista de alguns treinos, mas o desejo é mais forte que a sabotagem, então priorizo novamente minhas escolhas.

Priorizar, na prática, não é nada simples, mas acredito na força do desejo como mola propulsora para mudanças. Sempre há tempo para fazermos o que é bom para nós, se realmente for nosso desejo.

Por Márcia Tolotti

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